Homofobia!

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HOMOFOBIA

  1. substantivo feminino
    rejeição ou aversão a homossexual e à homossexualidade.
    Falar sobre violência já virou algo comum em todo o mundo, violência contra a mulher, contra crianças, idosos, animais, entre outros, além dessas, outro ato de violência que vem aumentando diariamente é a violência contra homossexuais.

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Podemos ver na pesquisa acima, que o ano que ocorreu mais denuncias contra violência homofóbica foi o ano de 2012, com 3.031 (três mil e trinta e um) denuncias, nos anos posteriores esse número despenca bruscamente, o motivo se dá pela insegurança ou pelo descaso social, ou até mesmo por motivo de óbito por parte do agredido. Imagina nos anos de 2015 e no início de 2016, esse número deve ter aumentado consideravelmente.

Já parou pra pensar o motivo de toda essa violência?

Será que se dá pela Religião? Por falta de conhecimento? Pelo tipo de criação familiar (família tradicional)? Ou por pura antipatia/ira?

As vezes só saber sobre a homossexualidade não basta, o preconceito continua e em algum momento ele emerge e acaba ferindo fisicamente ou mentalmente um determinado indivíduo.

Não somos o fim do mundo, não somos monstros, não somos mais pecadores que você, e também não somos menos pecadores que você, não somos depravados e também não somos o fim do cristianismo. Somos cristãos, somos seres pensantes, humanos, temos sentimentos, alguns de nós se transformam na noite, não para desafiar a sociedade, mas para dizer para a sociedade que existimos e podemos ser o que quisermos e que estamos usando do livre arbítrio para mostrar isso. Isso nos torna menos sociais e menos humano que você? Claro que não!

Hoje em dia há a PLC nº122/06, que é um projeto de lei que criminaliza a homofobia e qualquer tipo de racismo.

O Projeto de Lei da Câmara n.º 122/06 visa criminalizar a discriminação motivada unicamente na orientação sexual ou na identidade de gênero da pessoa discriminada. Se aprovado, irá alterar a Lei de Racismo para incluir tais discriminações no conceito legal de racismo – que abrange, atualmente, a discriminação por cor de pele, etnia, origem nacional ou religião.

A discriminação por orientação sexual é aquela cometida contra homossexuais, bissexuais ou heterossexuais unicamente por conta de sua homossexualidade, bissexualidade ou heterossexualidade, respectivamente. A discriminação por identidade de gênero é aquela cometida contra transexuais e não-transexuais unicamente por conta de serem ou não transexuais (respectivamente).

Discriminação e preconceito não se confundem. Enquanto o preconceito é um arbitrário juízo mental negativo, a discriminação o efetivo tratamento diferenciado de determinada pessoa por razões preconceituosas (arbitrárias). Assim, o PLC 122/06 punirá a discriminação, não o preconceito – lembrando, todavia, que ofender alguém por motivos preconceituosos implica discriminação contra a pessoa ofendida.

Note-se que o substitutivo apresentado pela Senadora Fátima Cleide abarca, ainda, as discriminações por condição de pessoa idosa ou com deficiência, o que abarcará as discriminações pautadas unicamente na idade da pessoa ou no fato de ter alguma deficiência física ou mental.

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História Egípcia


 

Deuses egpcios

Os egípcios cultuavam inúmeros deuses, com funções e aspectos variados. Existiam deuses cultuados em todo o Egito e outros adorados apenas em determinados lugares. Entre os primeiros estavam os deuses ligados à morte e ao enterro, como Osíris.

O culto a Ísis e a Osíris era o mais popular no Egito Antigo. Acreditava-se que Osíris e sua irmã-esposa, Ìsis, tinham povoado o Egito e ensinado aos camponeses as técnicas  de agricultura. Conta a lenda que o deus Set apaixonou-se por Ísis e por isso assassinou Osíris. Esse ressuscitou e dirigiu-se para o Além, tornando-se o deus dos mortos.

Os antigos egípcios acreditavam que as lágrimas de Ísis, que chorava a morte do esposo, eram responsáveis pelas cheias periódicas do Nilo. Também era adorado o deus Hórus, filho de Ísis e Osíris.

Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas, até mesmo de animais e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local.

Os deuses egípcios têm muito em comum com os homens: podem nascer, envelhecer, morrer: possuem um corpo que deve ser alimentado, um nome, sentimentos. No entanto, estes aspectos muito humanos escondem uma natureza excepcional: seu corpo, composto de matérias preciosas, é dotado de um poder de transformação, suas lágrimas podem dar nascimento a seres ou minerais. Os poderes dos deuses são sempre comparados a algumas propriedades dos elementos da natureza ou dos animais, o que dá lugar a representações híbridas às vezes espantosas.

Para representar os deuses, todas as combinações são possíveis: divindades totalmente humanas, deuses inteiramente animais, com corpo de homem e cabeça de animal, com o animal inteiro no lugar da cabeça (o escaravelho, por exemplo) ou com cabeça humana. A esfinge, imagem do deus-sol e do rei, é um leão com cabeça humana. Há animais comuns a muitas divindades (o falcão, o abutre, a leoa) e outros que são característicos de apenas uma (íbis de Thot, o escaravelho de Khepri).

Os egípcios mumificavam e enterravam seus animais domésticos. Sobretudo em uma data relativamente tardia, no decorrer do 1° milênio A.C. os egípcios sacrificavam animais para mumificá-los e amontoá-los aos milhares em cemitérios especiais. São, provavelmente, ex-votos que os devotos compraram dos sacerdotes para oferecer a seu deus seu animal preferido. O culto dos touros sagrados é muito mais antigo: um animal único torna-se uma manifestação terrestre do deus. Ele tem direito a um enterro com grandes pompas.

(http://www.sohistoria.com.br/ef2/egito/deuses.php)

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